Prazo foi estendido de 30 dias para 90 dias, segundo decisão publicada no Diário Oficial da União
PORTO VELHO, RO - O prazo para regularização do alfandegamento do Porto Organizado de Porto Velho foi estendido de 30 dias para 90 dias, segundo decisão publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (4). O Porto está localizado no bairro Balsa, na capital.
A Delegacia da Receita Federal do Brasil emitiu uma sanção administrativa contra o Porto devido à “reincidência no descumprimento de requisitos de alfandegamento”, em 3 de março.
Inicialmente o local tinha 30 dias para regularizar a situação. Esse primeiro prazo acabaria no dia 2 de abril, mas foi alterado e agora a efetiva execução da suspensão terá início em julho de 2022.
As adequações que o Porto precisa fazer é a instalação de câmeras de monitoramento, controle de segurança de entrada e saída de pessoas do local e ainda questões de ordem fiscal.
Se o Porto não regularizar a situação da alfândega terá a suspensão das atividades de:
Movimentação, armazenagem e despacho de mercadorias,
Atracação e desatracação de embarcações do exterior ou a ele destinadas e, ainda,
O recebimento de cargas contendo mercadorias importadas ou destinadas à exportação.
Manter o alfandegamento em Porto Velho é importante para o setor econômico do estado. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), ele melhora a competitividade das indústrias, pois está ligado diretamente à importação e exportação da produção de Rondônia destinada ao mercado exterior.
Movimentação, armazenagem e despacho de mercadorias,
Atracação e desatracação de embarcações do exterior ou a ele destinadas e, ainda,
O recebimento de cargas contendo mercadorias importadas ou destinadas à exportação.
Manter o alfandegamento em Porto Velho é importante para o setor econômico do estado. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), ele melhora a competitividade das indústrias, pois está ligado diretamente à importação e exportação da produção de Rondônia destinada ao mercado exterior.
Fonte: Diário da Amazônia



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