O dia 28 dezembro na história de Porto Velho, Rondônia, Brasil e Mundo

Escola estadual “Simon Bolivar”, em Guajará-Mirim, é uma referência no de formação humana para várias gerações da “Pérola do Mamoré”

O DIA NA HISTÓRIA

Por: Lúcio Albuquerque - WhatsApp 69 99910 8325

BOM DIA, 4ª feira, 28 de DEZEMBRO

COMEMORA-SE

Dia do Salva-vidas, Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito,

Dia do Petroquímico, Dia da Marinha Mercante

Católicos lembram Dia dos Santos Inocentes,

RONDÔNIA

1960 – Depois de 60 dias de viagem, chega a Porto Velho a Caravana Ford, primeiros veículos que vieram por estrada desde São Paulo, sob comando do mecânico Eduardo Lima e Silva, Seu Dudu.

1985 – Localizada em Porto Velho, a Fazenda Santa Júlia, deverá perder 12 mil hectares de sua área por decisão do presidente José Sarney.

1987 – O Ferroviário portovelhense vai ficar fora do campeonato de futebol de 1988, anunciou o presidente Albino Nascimento (AM – 28.12.1987)

BRASIL

1557 — O 3º governador-geral do Brasil, Mem de Sá, chega a Salvador.

1882 – Neutel Maia funda o seringal “Empreza”, origem da cidade de Rio Branco (AC).

1918 – Morre o poeta Olavo Bilac (n. 1865), autor do Hino à Bandeira, fundador da Liga de Defesa Nacional e patrono do serviço militar obrigatório.

1992 – A Câmara dos Deputados oficializa o impeachment do presidente Fernando Collor.

MUNDO


1895 - Wilhelm Röntgen publica um artigo sobre sua descoberta, depois mconhecido como raios-x.

1895 — Os Irmãos Lumière apresentam o cinematógrafo, aparelho deu origem à projeção utilizada nos cinemas.

1993 – O Vaticano reconhece oficialmente a existência do estado de Israel.

FOTO DO DIA

Criada em 1950, a escola estadual “Simon Bolivar”, em Guajará-Mirim, é uma referência no de formação humana para várias gerações da “Pérola do Mamoré”. A “Simon Bolivar” é lembrada com carinho por, hoje, muitos avós quando falam do colégio, onde deram primeiros passos em busca do conhecimento.

Como o aposentado Graciliano Maia que estudou ali na década de 1960, e a ex-deputada estadual Nilce Casara, que proibiam a nós ver o trem da EFMM chegar, “porque moça de família não andava na estação”.

Graciliano conta que era comum ele ir à aula montado num cavalo e, ainda, de alguns de seus colegas, como os irmãos Setembrino e Celso Lobato, Ajuricaba Cavalcanti e Galdo. Graciliano lembra ainda ter feito no “Simon Bolivar” o temido “exame de admissão”, que permitia o aluno matricular no 1º ano ginasial.

Dos professores ele lembra bem da diretora Floriza Bouez, “muito respeitada”, lembrou o ex-aluno. (F. Rondônia minha querida Rondônia)

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