Após ser cassado, Deltan volta à Câmara para participar de debate sobre a Lava Jato

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Após ser cassado, Deltan volta à Câmara para participar de debate sobre a Lava Jato

Além do ex-deputado, audiência pública na Câmara terá a presença de críticos da operação

Porto Velho, RO - O ex-procurador e ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) retornará à Câmara, nesta terça-feira 21, pela primeira vez após a cassação de seu mandato. 

Dallagnol foi cassado em maio de 2023 após o TSE considerar que o ex-procurador realizou uma manobra para se aposentar do Ministério Público para evitar um processo disciplinar contra ele.

O ex-parlamentar participará nesta terça de uma audiência pública sobre a Operação Lava Jato realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. O colegiado é presidido pelo deputado Joseildo Ramos (PT-BA).

Além do deputado cassado, a audiência pública terá a presença de críticos da operação, como os advogados Antonio Carlos de Almeida, conhecido como Kakay, e Alberto Zacharias Toron, defensor de réus da operação.

A realização do encontro na Câmara atendeu a um pedido de autoria da deputada Adriana Ventura (Novo), entusiasta da operação e colega de partido de Deltan. 

Para a deputada, a Lava Jato “representa um marco significativo na história jurídica e política do Brasil, trazendo à tona complexas redes de corrupção que envolviam diversas esferas do poder público e setores empresariais.”

Os críticos aos procedimentos adotados na operação, por sua vez, trarão detalhes dos prejuízos financeiros e políticos causados pela Lava Jato. A ação de procuradores liderados por Deltan é tida como um dos pilares do avanço da extrema-direita e do bolsonarismo no Brasil.

A audiência com a presença de Deltan está marcada para o mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisará as acusações de abuso de poder econômico contra o ex-juiz da Lava Jato, o senador Sergio Moro (União-PR). A operação também será revisitada nesta terça pelo Supremo Tribunal Federal em um caso envolvendo o ex-ministro José Dirceu (PT).

Fonte: Carta Capital

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